A importância de escrever e usar ferramentas para gerir orçamento familiar

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Pagar as contas no final do mês nem sempre é uma tarefa fácil. Mas sabias que na maioria das vezes, as contas não batem certo devido à falta de planeamento e organização do orçamento familiar?

Infelizmente, o hábito de manter o controlo sobre as finanças não é cultivado pela maioria das famílias portuguesas. E o resultado já sabemos muito bem: dívidas e dificuldades financeiras!

Porém, é possível mudar este cenário. Para isso basta um pouco de planeamento para garantir uma melhor gestão financeira.

Queres saber como isso é possível? Então continua a ler este artigo, pois explicamos-te tudo de seguida!

Orçamento familiar: Como fazer uma boa gestão financeira

Em primeiro lugar, é importante esclarecer que para um bom planeamento financeiro, é imprescindível que todos os recursos, incluindo todas as receitas, despesas e investimentos, estejam organizados.

Isso inclui a participação e o compromisso de cada membro da família. E, devem ser também considerados os diferentes perfis e comportamentos financeiros dos seus integrantes.

Dito isso, é preciso conscientizares-te de que fazer o planeamento familiar não significa ser mesquinho. Sigbifica sim pensar no futuro e garantir a estabilidade financeira tanto a médio quanto a longo prazo.

De seguida deixamos-te algumas dicas que te vão ajudar a dar o passo inicial para uma melhor gestão do teu orçamento familiar.

1 – Faz um levantamento das receitas e despesas

Inicialmente deves registar todas as fontes de rendimento, ou seja, qual a origem das vossas receitas mensais. Aponta não só as fonte de rendimento, mas também os valores delas resultantes.

Estes valores podem ser originários de salários, uma atividade extra, bem como outros benefícios regulares, como pensões.

Uma vez realizado o levantamento das receitas é hora de definir e registar quais são as vossas despesas. Ou seja, quais as obrigações que frequentemente precisam cumprir, nomeadamente:

  • Despesas com energia
  • Água
  • Renda da casa
  • Impostos
  • Alimentação

É importante fazer esse levantamento independentemente da periodicidade das despesas.

Não te esqueças de apontar todos os valores. Podes fazê-lo em papel, numa folha de excel ou mesmo numa app financeira.

2 – Comparar as despesas vs. receitas

Feito o levantamento das despesas e receitas que compõem o orçamento familiar, é hora de comparar essas informações para conseguir visualizar o que pode estar a desregular as finanças. Além disso só assim é possível perceber onde é possível poupar.

Nessa etapa é possível contar com algumas ferramentas de gestão, especialmente app’s que são vinculados às contas bancárias.

Estes recursos registam todas as movimentação financeiras que ocorrem na conta. E, o melhor de tudo é que geram dados e gráficos que demonstram para onde vai a maior parte do teu dinheiro.

3 – Hora de cortar no que não precisas

Grande parte do descontrolo financeiro é gerado por pequenos gastos. Gastos esses que ocorrem com frequência, e nem sequer nos damos conta que estão a consumir uma boa parte do orçamento familiar.

Quando passares a ter noção de tudo o que gastas, desde o cafezinho até o delivery de refeições no final de semana, podes te espantar com o resultado final.

É a partir daí que conseguirás perceber o que são afinal gastos desnecessários, e cortar no que esteja a extrapolar o orçamento.

4 – Estabelece metas de gastos

Calma! Isso não quer dizer que deves eliminar estes pequenos prazeres. Deves sim ter um maior controlo sobre os gastos para não acabares no vermelho quando chegar o final do mês.

O ideal é estabelecer metas de gastos, separando uma percentagem do orçamento para fazer uma poupança. O resto deve ser gerido de forma a que seja possível pagar as contas e ainda garantir momentos de lazer.

Com planeamento, e é claro, a ajuda de alguns recursos como papel e caneta ou aplicações virtuais, vais perceber que é possível controlar os gastos, eliminando o que é excedente e assegurando uma vida financeira mais saudável.